Hoje recebi essa postagem nas minhas redes sociais:
Por Roberto Almeida: " Você vai se lembrar dessa época como um momento de caos, medo do futuro, briga política, epidemia mundial, problemas na saúde e na economia. Mas as crianças só vão lembrar de você em casa, das refeições em família, dos banhos demorados, das massagens, das historinhas, dos shows que vocês fizeram na sala, de cozinhar com você, de brincar de cabaninha, dos filmes que assistiram juntos. Vocês estão em casa salvando o mundo, construindo memórias afetivas e o futuro da próxima geração".
Fiquei refletindo, com esse texto, sobre esse período, que já somam mais de 40 dias, só eu e minha menina, isoladas em nosso apartamento. Eu com uma rotina de cerca de 8 horas de trabalho, boa parte dele, na frente do computador, dando aula, participando de reuniões de trabalho e, minha menina, estudando em casa, com as atividades sendo enviadas diariamente pela escola.
Há quase duas semanas, ela começou apresentar um quadro viral e não conseguiu mais acompanhar as atividades da escola. Então, o tempo que tenho livre procuro ficar com ela. Ela é uma criança cheia de vida e, mesmo não estando boa de saúde, é muito elétrica e brincalhona. Recentemente, inventou que quer ser youtuber, então fica gravando uns pequenos videos no seu tablet e eu tenho que participar... além se ser a crítica do vídeo.
Outra coisa que me chamou atenção no texto de Roberto Almeida foi ficar em casa "salvando o mundo". Ouvir isso de uma vizinha, que está internada no hospital, com crise respiratória aguda grave. Seu esposo contraiu covid-19 e depois ela. O quadro dela evoluiu e ela teve que ser internada. O esposo, ao entrar em contato com a equipe de médicos do hospital viu que eles estavam sem equipamentos de proteção. Foi então, que decidiu fazer uma campanha para consegui arrecadar dinheiro e comprar máscaras para doar à equipe médica desse hospital. Foi assim, que fiz a minha doação para aquisição de "máscaras" (face shields) e recebi um áudio de agradecimento da própria moça que está internada... Quando disse que gostaria de fazer mais para ajudar, mas relatei minha atual situação com minha filha, ela disse: "vocês estão em casa salvando o mundo!"
Fiquei refletindo, com esse texto, sobre esse período, que já somam mais de 40 dias, só eu e minha menina, isoladas em nosso apartamento. Eu com uma rotina de cerca de 8 horas de trabalho, boa parte dele, na frente do computador, dando aula, participando de reuniões de trabalho e, minha menina, estudando em casa, com as atividades sendo enviadas diariamente pela escola.
Há quase duas semanas, ela começou apresentar um quadro viral e não conseguiu mais acompanhar as atividades da escola. Então, o tempo que tenho livre procuro ficar com ela. Ela é uma criança cheia de vida e, mesmo não estando boa de saúde, é muito elétrica e brincalhona. Recentemente, inventou que quer ser youtuber, então fica gravando uns pequenos videos no seu tablet e eu tenho que participar... além se ser a crítica do vídeo.
Outra coisa que me chamou atenção no texto de Roberto Almeida foi ficar em casa "salvando o mundo". Ouvir isso de uma vizinha, que está internada no hospital, com crise respiratória aguda grave. Seu esposo contraiu covid-19 e depois ela. O quadro dela evoluiu e ela teve que ser internada. O esposo, ao entrar em contato com a equipe de médicos do hospital viu que eles estavam sem equipamentos de proteção. Foi então, que decidiu fazer uma campanha para consegui arrecadar dinheiro e comprar máscaras para doar à equipe médica desse hospital. Foi assim, que fiz a minha doação para aquisição de "máscaras" (face shields) e recebi um áudio de agradecimento da própria moça que está internada... Quando disse que gostaria de fazer mais para ajudar, mas relatei minha atual situação com minha filha, ela disse: "vocês estão em casa salvando o mundo!"
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