sexta-feira, 14 de maio de 2021

Em tempos adversos, a Antropologia sempre nos ensinando que devemos "cuidar do outro".

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Hoje, deixo vocês com esse texto e reflexão que gosto muito!

"Há muitos anos, um aluno perguntou à antropóloga Margaret Mead o que ela considerava ser o primeiro sinal de civilização numa cultura.

O aluno esperava que Mead falasse a respeito de anzóis, panelas de barro ou pedras de amolar. Mas não. Mead disse que o primeiro sinal de civilização numa cultura antiga era um fêmur (osso da coxa) quebrado e cicatrizado. 

Mead explicou que no reino animal, se você quebrar a perna, morre. Você não pode correr do perigo, ir até o rio para beber água ou caçar comida. Você é carne fresca para os predadores. 

Nenhum animal sobrevive a uma perna quebrada por tempo suficiente para o osso sarar.

Um fêmur quebrado que cicatrizou é evidência de que alguém teve tempo para ficar com aquele que caiu, tratou da ferida, levou a pessoa à segurança e cuidou dela até que se recuperasse.

Ajudar alguém durante a dificuldade é onde a civilização começa” disse Mead.

Estamos no nosso melhor quando servimos aos outros. Sejamos civilizados neste período, mesmo não fazendo parte do grupo de risco." (Wilson Alviano)

quinta-feira, 13 de maio de 2021

"Somos as pessoas que moram dentro de nós." Rubem Alves


Hoje uma nova história começa para mim. São muitos projetos e sonhos. Muitos já realizei. Outros vou compartilhar com vocês por meio desse Diário.

Decidi fazer esse Diário no início da pandemia da covid-19, em 2020. Comecei escrevendo todos os dias, porém não tinha ideia que viveríamos essa crise sanitária global por tão longo período. Nesse transcurso de tempo, perdi muitas pessoas queridas, familiares, amigos, alguns citados nesse Diário. Outros, a dor não me permitiu, nem sequer escrever, então silenciei em minha alma.

O Diário tem um vídeo no youtube, lançado em nosso Canal Diálogos Online, dentro do Projeto "Saúde integral e sustentabilidade em tempos de pandemia: distantes fisicamente, mas conectados socialmente", do GEAMAZ-UFPA, do qual sou vice-líder, que pode ser acessado aqui. Tem uma página no Face e agora, está, também, no Instagran.

Faço votos de que esse Diário possa contribuir para que mais pessoas possam olhar e compreender o mundo, a partir de sua diversidade e por meio da sororidade e da alteridade, com o suporte teórico-metodológico da Antropologia.